A partir da nova convenção o pró-labore do síndico terá como valor de referência a cota condominial. Assim, em vez de dois salários mínimos, passará a receber 6 cotas, que hoje dá exatamente um mil e duzentos reais. E o síndico deixará, também, de ser isento da taxa condominial.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Qualquer semelhança com o Soláris, é mera coincidência
Reportagem de Ana Maria Braga mostra a difícil convivência coletiva. Mas há regras e elas devem ser respeitadas. É por isso que estamos empenhados em registrar a nossa convenção, para que as transgressões ao regulamento interno sejam punidas com multas.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Assembleia: antes de tudo, um dever do condômino
O Condomínio é a democracia perfeita e funciona assim: a maioria decide e todos são obrigados a obedecer. Mas a maioria, não é a de moradores, mas a de presentes na referida reunião. Porém todas as decisões têm que ser aprovadas em assembleia, devidamente convocada pelo síndico, onde deve constar a pauta a ser deliberada. Não há como se aprovar decisões tomadas em assembleia se não constar na pauta da convocação. Por isso habitue-se a comparecer às assembleias, pois todas elas lhe dirão respeito de uma maneira ou de outra.
O Condomínio Solaris I reconstrói sua Convenção, desatualizada pelo Novo Código Civil, e já houve duas leituras do texto da mesma, onde algumas sugestões foram inseridas. Falta aprovar agora o valor do pró labore do síndico e o valor de referência, pois não se pode mais usar o salário mínimo como referência. É o último tema da Convenção e seria discutido e aprovado hoje, porém a falta de energia provocou a suspensão da assembleia, que foi pré-convocada para a próxima quarta-feira, no mesmo horário, local e pauta.
Compareça. Não deixe que decidam por você. Ou então, obedeça sem reclamar.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Membros do Conselho Fiscal renunciam
Depois de encerrada a pauta da assembléia do dia 23 de fevereiro de 2011, no salão de festas, os conselheiros Ronaldo Torres (Tom) [Bl. 08/002] e Carlos Santos [Bl. 05/101] renunciaram ao mandato de conselheiros por não concordarem com a substancial ajuda financeira que a Administração Geral vem dando aos blocos 10 e 12, como também pela falta de informação a respeito dos acordos feitos com os inadimplentes.
O conselho fiscal tem como meta principal fiscalizar as finanças do Condomínio, tanto nas receitas, quanto nas despesas, e quando um elo desses é quebrado, não há como funcionar a engrenagem corretamente. Para não emperrar a máquina, entenderam os dois conselheiros que sua missão já foi cumprida e que era hora de substituir as peças. Assim, na próxima reunião haverá duas vagas de conselheiro a serem preenchidas e qualquer pessoa pode se candidatar, desde quando a unidade habitacional esteja em dia com a taxa condominial.
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